igreja islandesa, foto de Jason Leven, aqui.
A sonoridade destes sinos era débil confrontada com a omnipotência da natureza gélida deste dia de inverno, o seu repicar mais parecia o tilintar de um brinquedo infantil. E as pessoas iam entrando na igreja vindas do nevão lá de fora, investidas de humildade perante a morte, que nunca parecera ser tão irrevogável como no seio da branca e fria magnitude do dia que chegara ao fim acompanhado daquela espécie de sinos.
Halldór Laxness, Gente Independente
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
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